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	<title>Arquivos chico buarque - Sem Papas</title>
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		<title>Chico Buarque anuncia nova turnê shows no Recife e lança música inédita</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jun 2022 23:38:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Chico Buarque está de volta aos palcos! O cantor e compositor anunciou na manhã desta quinta-feira (16) o lançamento do single &#8216;Que tal um samba?’ para esta sexta (17), nas plataformas digitais. O single também dá nome à nova turnê de Chico, que passará por 11 cidades a partir de setembro &#8211; Recife  tem apresentações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p lang="pt-PT" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Chico Buarque está de volta aos palcos! O cantor e compositor anunciou na manhã desta quinta-feira (16) o lançamento do single &#8216;Que tal um samba?’ para esta sexta (17), nas plataformas digitais. O single também dá nome à nova turnê de Chico, que passará por 11 cidades a partir de setembro &#8211; Recife  tem apresentações confirmadas entre 9 e 11 de dezembro no Teatro Guararapes. A equipe de criação do show traz Daniela Thomas no cenário, Maneco Quinderé na iluminação, Cao Albuquerque nos figurinos e maestro Luiz Cláudio Ramos na direção musical e arranjos.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">A cantora Mônica Salmaso acompanhará Chico em toda a temporada, com duetos e solos. Agora os dois invertem os papéis: na pandemia, Chico foi convidado de Mônica Salmaso em uma de suas lives no Instagram &#8211; ela já gravou dois discos dedicados à obra do compositor.  Os valores e condições para compra dos shows na capital mineira ainda serão divulgados pela equipe do cantor. A última turnê de Chico Buarque foi em 2017, quando ele rodou o Brasil com o álbum &#8216;Caravanas&#8217;. Os valores e data de início das vendas serão divulgados em breve. </span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Confira as datas da turnê 2022/2023</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b><span lang="pt-PT">JOÃO PESSOA – Teatro Pedra do Reino &#8211; 06 e 07 de setembro</span></b></span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">NATAL – Teatro Riachuelo &#8211; 09 e 10 de setembro</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">CURITIBA – Teatro Guaíra &#8211; 23 e 24 de setembro</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">BELO HORIZONTE – Palácio das Artes &#8211; 05, 06, 07 e 08 de outubro</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">FORTALEZA – Centro de Eventos do Ceará &#8211; 22 e 23 de outubro</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">PORTO ALEGRE – Auditório Araújo Vianna &#8211; 03 e 04 de novembro</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">SALVADOR – Concha Acústica &#8211; 11, 12 e 13 de novembro</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">BRASÍLIA – local a ser anunciado &#8211; 29 e 30 de novembro</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">RECIFE – Teatro Guararapes &#8211; 09, 10 e 11 de dezembro</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">RIO DE JANEIRO – Vivo Rio &#8211;  05 a 15 de janeiro (quinta a domingo)</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">SÃO PAULO – Tokio Marine Hall &#8211; 02 a 12 de março; de 23 de março a 02 de abril (quinta a domingo)</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Sobre Que Tal um Samba:</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Foram antes os dedos no violão – antes mesmo da cabeça pensar, do peito sentir – que pareciam fazer uma proposta à cabeça e ao coração: ‘<i>Que tal um samba?</i>’. Depois de alguns anos praticamente dedicados à literatura, que resultaram no romance ‘<i>Essa gente</i>’ e no volume de contos ‘<i>Anos de chumbo</i>’ &#8211; cujo título e histórias refletem o contexto desses anos de baixo astral, pandemia, abandono e tragédia política – os dedos largaram as teclas do computador e finalmente de volta ao instrumento pareciam mesmo se rebelar e a procurar uma batida diferente, feliz, quase eufórica, uma levada ao violão como a insistir: ‘<i>Que tal um samba?</i>’. </span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">E aí, levada de samba nos dedos, cabeça e coração voltaram a pensar e a sentir a música e a agir. E Chico Buarque, como é bem de seu feitio, começou a recordar velhos sambas, um especialmente, sucesso de Blecaute no carnaval feliz de 1949, ‘<i>Que samba bom’</i>, composição de Geraldo Pereira também numa levada toda sincopada como a sua, algo eufórica, “ô, que samba bom/ô, que coisa louca/eu também tô aí/tô aí, que é que há/também tô nessa boca&#8230;”. Sambas sobre samba, o ‘<i>Feitio de oração’</i> de Vadico e NoelRosa, essa tradição e esse espírito vinham junto com a levada ao violão como a propor ao compositor enferrujado: ‘<i>Que tal um samba?’</i>.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">E aí, da levada criada exclusivamente pelos dedos se exercitando ao violão, o coração e a cabeça fizeram brotar uma melodia espontânea, fluente, a harmonia como sempre personalíssima. A letra, depois de alguns caminhos abandonados, veio aos borbotões. Um samba novo enfim, diferente de todos os outros que já fez, mas no mesmo espírito que baixa sempre quando o compositor de ‘<i>Tem mais samba</i>’, de ‘<i>Apesar de você</i>’, de ‘<i>Vai passar</i>’, de ‘<i>De volta ao samba</i>’ parece ter algo importante a notar e a dizer. Como sempre, nessas ocasiões importantes, em forma de samba.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;">“<span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Um samba pra alegrar o dia</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Pra zerar o jogo</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Coração pegando fogo</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">E a cabeça fria</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Um samba com categoria, com calma”</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;">‘<span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><i>Que tal um samba?</i>’ é o que nos propõe agora, em junho de 2022, Chico Buarque: “Para espantar o tempo feio/Para remediar o estrago”.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">É o novo hino que Chico nos oferece, um samba que parece, como os dedos do compositor no início de tudo, buscar um tempo melhor (“Cair no mar, lavar a alma/Tomar um banho de sal grosso, que tal?”), espantar o baixo astral (“Sair do fundo do poço/Andar de boa”), procurar um samba pela cidade para se divertir (“Ver um batuque lá no Cais do Valongo/Dançar um jongo lá na Pedra do Sal/Entrar na roda da Gamboa”, diz, referindo-se aos berços e até hoje rodas de samba importantes no Rio).</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"> ‘</span><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="color: #000000;"><i>Que tal um samba?</i></span><span style="color: #000000;">’, este samba tão ao mesmo tempo urgente e já histórico, será lançado pela Biscoito Fino nas plataformas digitais neste dia 17 de junho. E é a grande novidade da turnê pelo Brasil que o compositor inicia em setembro, por João Pessoa e, depois de percorrer Natal, Curitiba, Belo Horizonte, Recife, Fortaleza, Porto Alegre, Salvador e Brasília, chega ao Rio em janeiro e a São Paulo em março do ano que vem. No show, Chico terá no palco a companhia de Mônica Salmaso, a cantora dos compositores, que já gravou dois discos dedicados à sua obra (‘</span><span style="color: #000000;"><i>Noites de gala, samba na rua</i></span><span style="color: #000000;">’, em estúdio e ao vivo) e fará números solo e duetos com ele, em todas as apresentações da turnê. </span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Conduzida evidentemente pela tal levada do violão de Chico, a gravação de ‘<i>Que tal um samba?</i>’ foi feita no estúdio da Biscoito Finopelo conjunto que o acompanha há muitos anos, dirigido por Luiz Claudio Ramos, que toca o outro violão, João Rebouças no piano, Jorge Helder no baixo e Jurim Moreira na bateria. A cadência vibrante do samba fez necessária uma percussão, e para isso foi convidado Thiago da Serrinha. E um bandolim, do revolucionário do instrumento Hamilton de Holanda. Ambos, Thiago e Hamiltondesde a introdução acompanham a caminhada literal do samba e costuram e enfeitam a gravação de contracantos e contrapontos exuberantes. Tornam-no ainda mais feliz.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Como ‘<i>Apesar de você</i>’ em 1970, ‘<i>Que tal um samba?</i>’ é em 2022 ao mesmo tempo um samba eterno, popular, mas essencialmente histórico, político. Política aí no sentido contemporâneo: vivida nas ruas, na praia, no futebol (“Fazer um gol de bicicleta/Dar de goleada”), no amor e na arte (“Deitar na cama da amada/Despertar poeta/Achar a rima que completa o estribilho”). E, sobretudo, na incorporação das causas mais abrangentes da vida das pessoas, como o antirracismo, explícito quando o samba propõe “Fazer um filho, que tal?”: “Um filho com a pele escura/Com formosura/Bem brasileiro, que tal?/Não com dinheiro/Mas a cultura/Que tal uma beleza pura”, em versos que citam a canção ‘<i>Beleza pura</i>’, de Caetano Veloso. </span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Tanto em 70, como agora, os sambas adotam uma posição evidente contra os governos de turno, e já celebram antecipadamente o seu fim (“Depois de tanta mutreta/Depois de tanta cascata/Depois de tanta derrota/Depois de tanta demência/E uma dor filha da puta, que tal?/Puxar um samba”). </span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">É nessa postura desabridamente política que está, a meu ver, outro fascinante segredo da gênese de ‘<i>Que tal um samba?</i>’ e de seu encanto e importância. Sim, ele foi feito, como vimos, com os dedos, a cabeça e o coração, mas também com o inconsciente, esse “ambiente” tão importante para criação. Ele nem notou, enquanto compunha ou gravava, a identidade de seu samba novo com ‘<i>Eu quero um samba</i>’, música consagrada pela gravação de João Gilberto que Chico escolheu para cantar quando, depois de quase 15 anos sem fazer show, voltou a se apresentar ao vivo em 1988. Além da levada parecida no próprio violão de Chico, ‘<i>Que tal um samba?</i>’ e ‘<i>Eu quero um samba</i>’ são versos em cinco sílabas, redondilhas menores, e sugerem a mesma coisa, o samba para superar o tempo ruim.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Aí entram talvez os caprichos do inconsciente e das coincidências: a dupla Janet de Almeida e Haroldo Barbosa também lançou seu samba num mês de junho, só que de 1945. Não, como no caso de Chico, em forma de delicada proposta, ‘<i>Que tal um samba?</i>’, mas de desejo afirmativo, ‘<i>Eu quero um samba</i>’: “Porque no samba eu sei que vou/Me acabar, me virar, me espalhar/A noite inteira até o sol raiar”. </span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">É que em junho de 45, eufóricos enfim com a derrota do nazifascismo depois de seis anos de guerra na Europa, e com a participação do Brasil, Janet, Haroldo e todo o samba brasileiro queriam e tinham mais é que já comemorar: “Vai melancolia/Eu quero alegria dentro do meu coração”, cantaria a plenos pulmões o grupo vocal Os Namorados da Lua, como a festejar a vitória do samba brasileiro sobre o fascismo e já vislumbrando a democracia brasileira que também seria estabelecida no ano seguinte.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Vivemos tempos ainda incertos, duros, pesados, e se Chico é mais cauteloso na proposta – ‘<i>Que tal um samba?</i>’ – já é ousadamente eufórico no samba que compôs para os dias que correm e os que virão. Que serão ainda de luta, afinal: “De novo com a coluna ereta, que tal?/Juntar os cacos, ir à luta/Manter o rumo e a cadência/Esconjurar a ignorância, que tal/Desmantelar a força bruta”.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Ignorância e força bruta, talvez uma definição de fascismo, certamente do espírito que se apossou do Brasil nos últimos anos, e que agora o samba brasileiro vem esconjurar, desmantelar. Cantando e feliz, no streaming, no teatro, na rua, até o pesadelo acabar. </span></span></span></p>
<p lang="pt-PT" align="justify"><span style="color: #f10d0c;"><span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><b>via assessoria</b></span></span></span></p>
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