Nova marca de filantropia premiável nasce em Pernambuco anunciando mais de R$ 1 milhão de reais em prêmios e doação à crianças com câncer

Unindo o desejo de ajudar o próximo com a possibilidade de ganhar prêmios, nos últimos anos, os brasileiros se tornaram cada vez mais adeptos das marcas de filantropia premiável. Com parte do valor pago destinado à instituições sociais, uma novidade chega inicialmente ao Recife: o Baú do Milhão, uma marca 100% pernambucana, com uma proposta diferenciada de fazer o bem através da aquisição de títulos de capitalização.

A marca, idealizada com a missão de transformar milhões de vidas através de prêmios atrativos e pelo impacto social genuíno, faz parte do Grupo Federal Energia, uma distribuidora de combustíveis renomada com mais de 25 anos de história e comprometida com o desenvolvimento de um futuro mais sustentável e justo para os brasileiros.

Atuando inicialmente de forma 100% digital, os títulos poderão ser facilmente adquiridos através do site do Baú do Milhão, com valores acessíveis. O valor de lançamento será R$ 3,29. Além do grande prêmio semanal, de mais de R$ 300 mil em dinheiro livre de impostos, o público ainda concorre a valores de até R$ 60 mil nas premiações instantâneas diárias e, de quebra, ainda pode tentar a sorte no Baú Premiado: um game que bonifica os participantes com “chaves” que podem revelar novos valores extras.  

Escolhendo ajudar crianças com câncer, a instituição beneficiada é a Grendacc, Grupo em Defesa da Criança com Câncer. Com operação reconhecida nacionalmente e 30 anos de trajetória, a entidade filantrópica garante tratamento gratuito para crianças e adolescentes, proporcionando mais qualidade de vida e dignidade não só aos pacientes em tratamento, mas aos seus familiares também, com consultas em diversas especialidades, como ortopedia, neurologia, nefrologia, oncologia e cardiologia.

Apontada como a segunda modalidade de título de capitalização que mais cresce no Brasil, a filantropia premiável foi regulamentada pela legislação brasileira através da Lei nº 14.332/2022 e a Resolução CNSP nº 384/2020, que transfere o direito de resgate para a instituição, com o objetivo não só de apoiar, mas de diversificar as fontes de captação do setor filantrópico.

Com certeza, um importante reforço para estimular o avanço do terceiro setor no país.

via assessoria